Estradas ruins afetam industrias no Norte


Estradas precárias e falta de manutenção nas rodovias estaduais e federais são a realidade na região norte. Levantamento feito pela CNT (Confederação Nacional do Transporte) aponta que a região concentra as estradas em piores condições do Brasil.


A entidade classificou 75% das rodovias da região norte como regulares, ruins ou péssimas. A situação de agrava em alguns estados: no Acre, 63% das estradas estão em condições ruins ou péssimas; 60% das estradas do Pará estão nessas condições e 44% no Amazonas.


Segundo Patrícia Shipitoski Monteiro, mestre em Engenharia de Construção Civil e professora da UP (Universidade Positivo), as regiões com maior produção (em especial sul e sudeste) já possuem uma demanda já estabelecida, e o impacto da falta de investimentos é de curto prazo. No caso do norte e do nordeste, porém, essa precarização é mais visível. “Regiões com menor desenvolvimento econômico sofrem com a falta de investimentos porque a produção não é estimulada, aumentando a desigualdade, ou seja, é um problema de médio-longo prazo), aqui a força politica e do setor produtivo é muito relevante. Em particular, o aumento do custo operacional do transporte das nossas mercadorias. Mesmo com sistemas produtivos bem eficientes, acabamos perdendo vantagem competitiva no preço final, porque o custo logístico está embutido nele”, destacou a professora.

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